NOCTURNAL EMISSIONS no Teatro Municipal Rivoli

[UNDERSTAGE] • SEX 24 MAR / 23H00
*Um concerto UNDERSTAGE em parceria com Materia Prima e ANDRÓMEDA – Agenciamento & Produção

Bilhetes 5,00 EUR • M/12: http://bitly/2lI1YJi

Nocturnal Emissions

A génese de Nocturnal Emissions remonta ao final da década de 1970, banda formada nessa época por Nigel Ayers, o seu irmão Daniel, e Caroline K. Este projecto experimental/industrial, para além de ter granjeado um estatuto de culto similar aos seus compatriotas Throbbing Gristle, Nurse With Wound e Coil, foi a única banda a dar um concerto no meio dos históricos motins de Brixton, no subúrbio Sul de Londres, em Abril de 1981.
Nas décadas subsequentes, Nocturnal Emissions transformou-se no veículo de expressão artística de um só homem, Nigel Ayers. Nascido em 1957, em Tideswell, Derbyshire, reside actualmente na Cornualha. As suas manifestações artísticas interdisciplinares fazem parte de um processo contínuo, inserido numa campanha de guerrilha ontológica que recorre à utilização da vídeo arte, filme e hipertexto, e cujo objectivo final visa chamar a atenção para os sistemas ideológicos de controlo, contribuindo desta forma para o questionar das estruturas capitalistas.
Em 1980 fundou a editora Sterile Records, selo responsável pela edição dos primeiros discos de John Balance (Coil), Maurizio Bianchi e Lustmord, entre muitos outros. Sete anos depois, em 1987, formou a Earthly Delights, editora especializada na análise da paisagem tecnológica e nos efeitos psicológicos resultantes da exposição à matéria sonora. Na década de 1990 concebeu bandas sonoras para Butoh (nomeadamente para o coreógrafo nipónico Poppo Shiraishi). Ao longo de mais de três décadas de actividade colaborou com imensos artistas, dos quais se quais se destacam Bourbonese Qualk, C.C.C.C., Andrew Liles, Lustmord, Robin Storey (Rapoon), Z’EV, e Zoviet France. O seu trabalho visual tem sido apresentado em diversos locais como a Tate e o The Institute of Contemporary Arts.
Actualmente, Nocturnal Emissions define-se como um projecto de sound art que cruza diversos estilos musicais, como a electroacústica, música concreta, sound collage, post-industrial, ambient e noise. Em quase quatro décadas de actividade contínua, 2017 marca a estreia de Nocturnal Emissions nos palcos nacionais, pelo que a sua passagem pelo Rivoli assume-se como um concerto de presença obrigatória.

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